About

 Biografia

Filipe Raposo iniciou os seus estudos pianísticos no Conservatório Nacional de Lisboa. Tem o mestrado em Piano Jazz Performance pelo Royal College of Music (Estocolmo) e foi bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm. É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa.

Como pianista, compositor e orquestrador, tem colaborado com inúmeras orquestras internacionais, apresentando-se em importantes salas como Sala de São Paulo, Bozar, Carnegie Hall, Ópera de Rouen, Bruckner Haus, Fundação Gulbenkian, CCB.

Colaborou em concertos e em gravações discográficas com alguns dos principais nomes da música portuguesa: Amélia Muge, Sérgio Godinho, José Mário Branco, Jorge Palma, Rita Maria ou Vitorino.

Trabalha também regularmente como compositor em cinema e teatro. Autor da música original do documentário “Um Corpo que Dança – Ballet Gulbenkian 1965-2005”, de Marco Martins. Em 2022 realizou, em parceria com António Jorge Gonçalves, o documentário “O Nascimento da Arte”. No mesmo ano escreveu a ópera “As Cortes de Júpiter” (Gil Vicente), com encenação de Ricardo Neves-Neves. Em 2025, foi premiado no Festival de Cinema de Málaga pela composição original do filme “Lo Que Queda de Ti” de Gala Gracia, e nos Prémios Sophia 2017 com a Melhor Canção Original do filme “Refrigerantes e Canções de Amor” de Luís Galvão Teles.


Desde 2004 que colabora com a Cinemateca Portuguesa como pianista residente no acompanhamento de filmes mudos. A convite da Cinemateca Portuguesa compôs e gravou a banda sonora para as edições em DVD de filmes portugueses do Cinema Mudo: “Lisboa, Crónica Anedótica” de Leitão de Barros, tendo ganho uma Menção Honrosa no Festival Il Cinema Ritrovato em Bolonha, “O Táxi nº 9297” de Reinaldo Ferreira, “Frei Bonifácio” e “Barbanegra” de Georges Pallu,  “Nazaré, Praia de Pescadores” de Leitão de Barros.

The Art of Song em parceria com a cantora e compositora Rita Maria, projecto focado na voz e piano.

Em 2025 finalizou a Trilogia das Cores para piano solo, ensaio musical sobre as 3 cores de Orfeu: Øcre, Øbsidiana, Variações do Brancø.

Em nome próprio editou os discos:

– First Falls (2011) – Prémio artista revelação Fundação Amália

– A Hundred Silent Ways (2013)

– Inquiétude (2015)

– Rita Maria & Filipe Raposo Live in Oslo (2018)

– ØCRE vol.1 (2019)

– Art of Song: When Baroque Meets Jazz (2020)

– ØBSIDIANA vol.2 (2022)

– Art of Song: Between Sacred and Profane (2023)

– VARIAÇÕES do BRANCØ  vol.3 (2025)

Biography

Filipe Raposo began his piano studies at the National Conservatory of Lisbon. He holds a master’s degree in Jazz Piano Performance from the Royal College of Music (Stockholm) and was a scholarship holder at the Royal Music Academy of Stockholm. He holds a degree in Composition from the Escola Superior de Música de Lisboa.

As a pianist, composer and orchestrator, he has collaborated with numerous international orchestras, performing in important venues such as Sala de São Paulo, Bozar, Carnegie Hall, Ópera de Rouen, Fundação Gulbenkian, CCB.

He has collaborated in concerts and on recordings with some of the leading names in Portuguese music: Amélia Muge, Sérgio Godinho, José Mário Branco, Jorge Palma, Rita Maria and Vitorino.

He also works regularly as a composer for film and theatre. He composed the original music for the documentary “Um Corpo que Dança – Ballet Gulbenkian 1965-2005”, by Marco Martins. In 2022, he produced, in partnership with Antonio Jorge Gonçalves, the documentary “O Nascimento da Arte”. In the same year he wrote the opera “As Cortes de Júpiter” (Gil Vicente), directed by Ricardo Neves-Neves. In 2025, he won an award at the Malaga Film Festival for his original composition for the film “Lo Que Queda de Ti” by Gala Gracia, at the 2017 Sophia Awards for Best Original Song from the film “Refrigerantes e Canções de Amor” by Luís Galvão Teles.

Since 2004, he has worked with the Cinemateca Portuguesa as a resident pianist for silent film accompaniment. At the invitation of the Cinemateca Portuguesa, he composed and recorded the soundtrack for the DVD editions of Portuguese silent films: “Lisboa, Crónica Anedótica” by Leitão de Barros, having won an Honorable Mention at the Il Cinema Ritrovato Festival in Bologna, “O Táxi nº 9297” by Reinaldo Ferreira, “Frei Bonifácio” and “Barbanegra” by Georges Pallu, and “Nazaré, Praia de Pescadores” by Leitão de Barros. In 2025 he completed the Trilogy of Colors for solo piano, a musical essay on the 3 colors of Orpheus: Ochre, Obsidian, Variations of White.

The Art of Song, in partnership with singer-songwriter Rita Maria, is a project focused on voice and piano.

In 2025 he completed the Trilogy of Colors for solo piano, a musical essay on the 3 colors of Orpheus: Øcre, Øbsidiana, Variações do Brancø.

Under his own name, he has released the following albums:

– First Falls (2011)

– A Hundred Silent Ways (2013)

– Inquiétude (2015)

– Rita Maria & Filipe Raposo Live in Oslo (2018)

– ØCRE vol.1 (2019)

– Art of Song: When Baroque Meets Jazz (2020)

– ØBSIDIANA vol.2 (2022)

– Art of Song: Between Sacred and Profane (2023)

– VARIAÇÕES do BRANCØ  vol.3 (2025)