About

Biografia

Filipe Raposo. compositor e pianista, é um nome fundamental da música portuguesa do século XXI. Colaborador de nomes como Amélia Muge, António Jorge Gonçalves, Carminho, Janita Salomé, Maria João, Rita Maria, Sérgio Godinho ou Vitorino, é orquestrador de temas (co-assina a direção musical de “70 voltas  ao Sol” de Jorge Palma, Prémio Play para Melhor Álbum 2022); autor da música original do documentário “Um corpo que dança – Ballet Gulbenkian 1965-2005”, de Marco Martins, e criador de bandas-sonoras para grandes clássicos do cinema. É pianista da Cinemateca Portuguesa.

Recentemente compôs o hino dedicado à Ucrânia, “UKRAINE, MY DEAR” com letra de João Moreira dos Santos e interpretação de vozes do canto lírico (Nataliya Stepanska e Bruno Almeida), do fado (Marco Oliveira e Sandra Correia), do jazz (Maria João e Rita Maria) e da pop/world music (Tainá e Aline Frazão).

Com o segundo capítulo da trilogia das cores, “Øbsidiana”, lançado em nome próprio em junho de 2022, o músico continua a desbravar a sua arte, a solo, pelos terrenos da música erudita e do Jazz.

Biography

Classic piano studies by Conservatório Nacional de Lisboa, Master in Piano Jazz Performance by Royal College of Music (Stockholm), and Bachelor’s degree in Classical Composition by Escola Superior de Música de Lisboa.

Filipe Raposo was born in Lisbon.

His grandmother’s piano was his favorite toy since he was little, and the religious music choir gave him an impulse to start piano studies at the age of eleven. A quick music development led him to discover improvisation on his own, and during his classical training as a pianist, he soon became interested in jazz, improvised music and traditional music.

Since 2001 he works as a composer, arranger, and pianist with many of the leading names in Portuguese music, theater and film.

Furthermore, since 2004 he accompanies on piano, silent movies in Portuguese Cinemateca in Lisbon and has recorded original sound tracks for DVDs from silent era: “Lisboa Crónica Anedótica”, “Nazaré, Praia de Pescadores”, “O Táxi nº 9297”, “Frei Bonifácio”, “Barbanegra”.

“First Falls” (2011), his first album as a leader, reveals a wide range of influences, unified by improvisation. Being awarded the prestigious Amália’s Foundation Prize, it is the confirmation of a young magnificent composer in dialogue with exceptional musicians.

Original albums:

– First Falls (2011)

– A Hundred Silent Ways (2013)

– Inquiétude (2015);

– Rita Maria & Filipe Raposo Live in Oslo (2018).

– Øcre vol.1 (2019)

– The Art of Song: When Baroque Meets Jazz (2020)

– Øbsidiana vol.2 (2022)

Discography:

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First Falls (2011) – Trio –  Amalia Rodrigues Foundation Prize.

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A Hundred Silent Ways (2013) – Solo album

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Inquiétude (2015) – Quartet

Capa

Live in Oslo – Rita Maria & Filipe Raposo (2018)

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ØCRE vol.1 (2019) – Solo album

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The Art of Song: When Barroque Meets Jazz (2020)

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– ØBSIDIANA vol.2 (2022) – Solo album

Pt.

BIOGRAFIA

FILIPE RAPOSO

Filipe Raposo nasceu em Lisboa. É pianista, compositor e orquestrador.

Iniciou os seus estudos pianísticos no Conservatório Nacional de Lisboa.

Tem o mestrado em Piano Jazz Performance pelo Royal College of Music (Stockholm) e foi bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm. É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa.

Tem colaborações em concertos e em discos com alguns dos principais nomes da música portuguesa. Para além da música colabora regularmente como compositor e intérprete em Cinema e Teatro. Em 2022 escreveu a ópera “As Cortes de Júpiter” de Gil Vicente com encenação de Ricardo Neves Neves.

Enquanto orquestrador e pianista tem colaborado com inúmeras orquestras europeias, apresentando-se a solo em festivais internacionais de Jazz.

Desde 2004 que colabora com a Cinemateca Portuguesa como pianista residente no acompanhamento de filmes mudos. A convite da Cinemateca Portuguesa compôs e gravou a banda sonora para as edições em DVD de dois filmes portugueses do Cinema Mudo, em 2017 foi lançado “Lisboa, Crónica Anedótica” de Leitão de Barros, tendo ganho uma Menção Honrosa no Festival Il Cinema Ritrovato em Bolonha, 2018 “O Táxi n.º9297” de Reinaldo Ferreira, 2020 “Frei Bonifácio” e “Barbanegra” de Georges Pallu, 2021 “Nazaré, Praia de Pescadores” de Leitão de Barros.

Em nome próprio editou os discos:

– First Falls (2011) – Prémio artista revelação Fundação Amália

– A Hundred Silent Ways (2013)

– Inquiétude (2015)

– Rita Maria & Filipe Raposo Live in Oslo (2018)

– ØCRE vol.1 (2019)

– Art of Song: When Baroque Meets Jazz (2020)

– ØBSIDIANA vol.2 (2022)